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QUARENTA E QUATRO ANOS DE LIBERDADE


Lucapa – O conselho presbiteral da Assembleia de Deus Pentecostal (ADP) no município do Lucapa, província da Lunda-Norte, realizou na manha de ontem, um culto de agradecimento a Deus pelo quadragésimo quarto aniversário da independência Nacional.


O culto que teve lugar na sede do Ministério Nova Aliança liderado pelo Reverndo David Manuel de Sousa, secretario da região leste e Presbítero Municipal do Lucapa da Assembleia de Deus Pentecostal, reuniu os ministérios sediados naquela localidade do leste de Angola.


Para o efeito deslocou-se aquela cidade sua excelência Reverendo Francisco Domingos Sebastião Presidente da Convenção Geral acompanhado de sua mui digna esposa diaconisa Teresa Muhongo Sebastião, do Vice – Presidente Reverendo José Troco Nunda, do Secretario Geral Reverendo Enoque Gomes bem como o director Nacional do Conselho Fiscal pastor António Sampaio.


Com inicio às dez horas da manhã contou com a participação de membros dos ministérios locais da Assembleia de Deus Pentecostal que apresentaram ao Senhor hinos de louvores. Adoração e acções de graças.


Sobre o Tema 44 anos de liberdade o Representante Legal da ADP, Reverendo Francisco Domingos Sebastião exortou os fies a preservar na fé e a conservar as vitorias alcançadas “As pessoas muitas vezes esquecem-se daqueles que se sacrificaram” disse o Representante Legal. “um líder que encontra igreja pronta muitas vezes não sabe honrar o sacrifício daquele que iniciaram a obra”.


Foi um momento bastante festivo que culminou com um almoço de confraternização.

conselho regional do leste com novos membros

Saurimo - Encerrou na manhã de Domingo (10), na cidade de Saurimo a 3° conferência regional do Leste. A actividade que foi presidida ao mais alto nível por sua excelência Reverendo Francisco Domingos Sebastião acompanhado de sua dignissima esposa diaconisa Teresa Muhongo Sebastão, dos membros do executivo central da Assembleia de Deus Pentecostal nomeadamente Reverendo José Troco Nunda vice-representante Legal, Reverendo Enoque Gomes Secretario Geral, Pastor António Sampaio director do Conselho Fiscal da ADP e contou com a presença do delegado Provincial da Justiça e dos Direitos humanos, Dr. Isidro Paulo Gonçalves em representação do Governador da Província.

O evento contou também com a participação do musico Evangelista Emanuel Junero do ministério Ebenezer em Luanda que com seu jeito característico levou os crentes a momentos maravilhosos de adoração e louvores sendo seguido pelo maravilhoso coral Shalom. Cerca de quatro mil e quinhentos crentes em representação dos membros e ministros da região estiveram no Estádio das Mangueiras participando da festa.

O culto ficou marcado com a tomada de posse de novos membros da direcção regional e provincial da Assembleia de Deus Pentecostal nomeadamente Reverendo Domingos José para o cargo de vice - Presbítero regional do leste, Reverendo David Manuel de Sousa para o cargo de Secretário Regional do Leste, Reverendo Luís Nhamutenga para o cargo de Tesoureiro Regional do Leste.

Ainda na senda das nomeações para composição e formalização dos ministérios províncias foram empossados os seguintes pastores:

Reverendo David Manuel de Sousa para o cargo de vice - Presbítero Provincial da Lunda Norte, Reverendo Chihuto Caimbo para o cargo de Vice Presbítero Provincial da Lunda Sul, Reverendo José Pereira para o cargo de Secretário Provincial da Lunda Norte, Reverendo Mateus Caxala para o cargo de tesoureiro provincial da Lunda Norte, Reverendo João Chipopa para o cargo de Tesoureiro provincial da Lunda Sul e Reverendo Luís Nhamutenga para o cargo de Presbítero Provincial do Moxico.

De salientar que a conferência teve início na passada terça-feira (5), reflectindo a temática a Crise e o Resgate de Valores Morais na Família.

NOVA ERA PARA IGREJA DO BENGO

O Secretariado Geral da Assembleia de Deus Pentecostal, representado por sua excelência Reverendo José Troco Nunda vice-Representante Legal, Reverendo Enoque Gomes, Secretário-geral e Francisco Tucha Quimbundo, Tesoureiro Geral esteve ontem na Cidade de Caxito, Província do Bengo onde fez o empossamento do recém-eleito Secretariado provincial da ADP.

A cerimónia que decorreu no Cine teatro Caxito contou com participação distinta de convidados das autoridades Religiosas, autoridades civis, autoridades militares da região bengo bem como alguns idos de Luanda.

Tomaram posse na ocasião o Reverendo Manuel Gikila – Presbítero provincial, Reverendo João Agostinho – Vice-Presbítero Provincial, Reverendo Manuel João Secretário Provincial e Reverendo Alberto António José – Tesoureiro provincial.

A Cerimonia foi marcada pela apresentação de hinos e cantos de Louvores pelos Corais do Maculusso representado no acto pelas Senhoras do Centro Tenda da Gloria de Deus, coral El – Shadai, coral Ebenezer e Cafarnaum.

Foi mensageiro de Deus o Reverendo Francisco Tucha Quimbundo que enfatizou a necesidadede humildade e sabedoria para levar avante tamanha obra.

Com uma população estimada de 429.322 habitantes ocupando uma área de 31 371 km², sendo a província menos povoada de Angola. A província do Bengo é composta pelos municípios do Dande, Ambriz, Bula Atumba, Dembos, Nambuangongo e Pango Aluquém. A província do Bengo limita-se ao norte com as províncias do Zaire e Uíge; ao leste com a província do Cuanza Norte; ao sul com a província de Luanda, e; ao oeste com o Oceano Atlântico.

A província tem como capital a cidade de Caxito, no município do Dande sendo este o maior e mais populoso municipio.

Moderou o culto o pastor Miranda Luís da Costa.

Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade (Pv 5.18).

Entre todas as comunidades conhecidas, sabe-se que a existência do ser humano passa pelo nascimento, crescimento, formação, família (frutificação) e morte. Para a constituição de família e consequente procriação, o homem (geralmente) procura por uma mulher que lhe corresponda, passando pela famosa fase chamada de namoro.

Contudo, os tempos que vivemos têm verificado uma grande deturpação dos valores morais, o que leva muitos jovens, inclusive cristãos, a praticar o namoro e o noivado à margem da sua cultura e até mesmo dos princípios das Escrituras. Aliada a esta realidade, a título de exemplo, tem-se verificado a prática sexual antes do casamento, o alto índice de casais infelizes e divórcios!

Onde estará o problema? Não são poucos os casos, onde o problema pode ser detectado num namoro ou casamento que não tem os princípios da palavra de Deus como referencial de conduta. Aliás, a pós-modernidade trás de volta algumas filosofias, tais quais:

  • O hedonismo - Se é bom faça;
  • O relativismo - Não existe uma conduta moral universal;
  • O antinomismo - Todo tipo de regra, norma ou lei é repressão;
  • O humanismo - O homem é a medida de todas as coisas (Protágoras), portanto tudo deve ser feito a pensar no homem e na sua satisfação!

Tais filosofias, além de servirem de argumento para os cépticos e defensores do sexo livre, acabam por influenciar a vida de muitos cristãos, que deveriam exactamente exercer influência como sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13 -14).

I – NAMORO E NOIVADO NA CULTURA DOS POVOS BÍBLICOS

A palavra “namoro” não aparece na narrativa bíblica (apenas enamorar em Ez 23.5,12,16,20, com a ideia de se juntar um amante, pressupondo traição), nem a ideia que ela transmite era visível na cultura do povo judeu pois, para eles dois jovens eram considerados noivos logo após o acordo feito entre seus pais ou após uma cerimónia ritual.

É óbvio que o modelo cultural dos povos bíblicos não serve para todos os lugares e ocasiões. O próprio modelo dos tempos bíblicos tornou-se impraticável em algumas culturas, visto que envolvia entre outras coisas:

  • Idade mínima de 12 anos para as moças e 13 anos para os rapazes (tradição rabínica).
  • Os pais escolhiam na maioria das vezes com quem seus filhos casariam (Gn 24.33-53; Gn 21.21; Gn 28.1 -2; Gn 28.8-9; Gn 34.4-6; Gn 38.6; Jz 14.2-3; Js 15.16; I Sm 8.17, etc.).
  • Havia o pagamento do dote "mohar"(valor simbólico) feito pelo pretendente aos pais da moça (Gn 29.15; 34.12).
  • Era costume casar-se com um parente (Gn 24.4; 28.2; 29.19; Jz 14.3, etc.), isso evitava transferência dos bens das tribos, como também influências negativas de práticas idólatras e imorais. Deve-se salientar que no interior da família, eram proibidos os casamentos com parentes imediatos (Lv 18 e 20).
  • Os "esponsais" ou "promessa de casamento", uma vez quebrados, eram passíveis de penalidades a(s) partes responsáveis (I Sm 18.17-19; 18.26-27), visto que o "noivado" trazia consigo direitos e obrigações quase idênticos ao casamento.

Entretanto, embora não existe um padrão universal para o namoro, noivado e casamento, não podemos deixar de observar os valores da nossa cultura e de aproveitar o que de útil tem a cultura dos povos bíblicos.

II – CONCEITUAÇÃO E DEFINIÇÃO DE NAMORO E NOIVADO

A fronteira entre namoro e noivado é muito ténue pois, de acordo a nossa praxe todo noivo é namorado, mas nem todo namorado é noivo.

O dicionário define namoro como acto ou efeito de namorar, galanteio, relação de namorados. Temos dito também que namoro é o compromisso entre duas pessoas do sexo oposto, cuja intenção é inicial é a de se conhecerem e se ajustarem.

Por outro lado, o noivado é visto como condição de quem é noivo (comprometido); período de tempo em que alguém permanece noivo de outrem. Ou ainda como condição de quem se comprometeu casar com outra pessoa, de quem está noivo; Compromisso de casamento entre duas pessoas (ex.: jantar de noivado); Período que decorre entre a oficialização desse compromisso e o dia de casamento.

O namoro, juntamente com o noivado (para o cristão), pode ser definido como um relacionamento entre duas pessoas de sexos opostos, baseado no amor, tendo por finalidade maior, a preparação para um casamento dentro da vontade de Deus.

É importante realçar que o noivado segue-se ao início da relação amorosa (namoro), onde se verifica uma maior responsabilidade, um compromisso mais sério.

De acordo a prática cultural em algumas partes de Angola, um homem só é considerado noivo após ter feito o pedido ou alembamento (festa grande entre as famílias do casal, com apresentação de Carta e pagamento do dote), sendo visto pela família da mulher como pessoa responsável e recebido como genro, com direito à mesa posta, jantar e roupa lavada. Daí que é considerado também como casamento tradicional. Isto significa que aquele que apenas fez Apresentação, o famoso “bate-portas” (que é um evento simples e simbólico) ainda não é noivo.

Apesar de mudar quanto a forma, o namoro e noivado em todas as culturas, devem moldar-se aos princípios da castidade, fidelidade, compromisso, respeito, verdade e amor.

III – QUESTÕES PRÁTICAS

  1. Quando começar a namorar? Quando se estiver pronto para enfrentar os desafios que uma relação amorosa e o casamento impõem. Isto implica terminar os estudos, ter um emprego, maturidade, etc.
  2. Com quem namorar? Crente namora com crente (2 Co 6.14-16) da mesma linha de credo e costumes (Nm 36.5-9). Imagine crentes de denominações e posições teológicas diferentes casando-se: no final de semana para qual igreja iriam? Batizariam seus filhos por imersão ou aspersão? Ensinariam seus filhos ou não sobre o baptismo com o Espírito Santo e os dons espirituais? Quais costumes adoptariam?

III.1 – Motivações erradas para se começar um namoro

Existem muitos jovens que não se dão bem no namoro ou têm um casamento infeliz, porque tiveram a motivação errada ao/para começar o namoro.

Aparência física, interesses econômicos, políticos e financeiros, imposição dos pais, influência dos amigos, desespero (impulsos sexuais, insegurança, etc.), não são bons motivos para namorar

III.2 – Como fazer a escolha certa?

Algumas questões precisam ser consideradas na hora de escolher com quem casar-se:

  1. Buscar a vontade de Deus, que envolve: Orar em toda e qualquer situação (1 Ts 5.17);
  2. Ter a Palavra de Deus como instrumento de análise das motivações para o casamento, como também do perfil de conduta do futuro cônjuge (SI 119.105);
  3. Analisar as orientações divinas em condições especiais, tendo cuidado de não usar a excepção como regra (Gn 24.10-14). Isso implica o cuidado com os “ungidos” que profetizam casamentos, muitas vezes por emoção;
  4. Usar o bom senso, e observar a conduta do(a) pretendente como filho (disposição para trabalhar, respeito aos pais, obediência, etc.). Geralmente bons filhos tomam-se bons cônjuges;
  5. Perceber as afinidades mútuas: valores e projetos espirituais (dedicação e vocação); valores e projetos pessoais (preferências gerais, filhos, trabalho, estudos, etc.); valores físicos (aparência, higiene, saúde, etc.).

Conclusão

O jovem cristão que inicia um namoro deve ter como propósito o casamento dentro da vontade de Deus, devendo para este fim tomar alguns cuidados, tais como:

O descompromisso ou "ficar" (Pv 5.18; Ml 2.1-14); intimidades físicas resultantes de tentações, supostas provas de amor, prova de virilidade, imprudência, carnalidade, etc. (I Ts 4.3-7); sexo pré-conjugal (Gn 2.24; I Co 7.9; 2 Co 11.2).

Você que é um jovem cristão precisa entender que um namoro e casamento fora da vontade de Deus só lhe trarão desgaste, sofrimento, frustrações e feridas difíceis de serem cicatrizadas. Vale a pena esperar e fazer a vontade de Deus!

Bibliografia

Bíblia Sagrada - versão digital, 6.7

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa https://www.priberam.pt/dlpo/noivado

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa https://www.priberam.pt/dlpo/namoro

Germano, ALTAIR. Reflexões: Por Uma Prática Cristã Autêntica e Transformadora. 2ª ed. AGN Gráfica, 2010

The Word® - Software de estudo e exegese bíblico - 2003-2015 - Costas Stergiou©

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Erycson Dilangue Dos Santos Tomás é Evangelista, Licenciando em Direito pelo ISPEKA e Bacharel em Teologia pela FATEMI, de Curitiba, Brasil. É Pregador, palestrante, articulista, ensinador das Escrituras e comentarista de rádio. Leccionando também nos cursos básicos e intermédio de Teologia, as disciplinas de Teologia do Ministério, Hermenêutica, Heresiologia, Epístolas Pastorais, Provérbios, Evangelismo, Discipulado, Missiologia, Língua Portuguesa Lidera o Centro Boas Novas, no bairro Zona Verde 3, Benfica, em Luanda, afecto à Assembleia de Deus Pentecostal, Ministério Kilamba Kiaxi.

Casado com a Diaconisa Manuela Tomás é pai de três filhas: Emília de Cássia, Orquídea Eli e Íris Armanda.

“Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs subtilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.” (Colossenses 2:8)

 

É comum ouvirmos ideias erradas sobre a Bíblia e Deus. Infelizmente, muitos crentes sinceros são enganados e, por ingenuidade, não conseguem perceber seu erro. Há pessoas que dizem que não existem pensamentos errados sobre Deus. Essas pessoas também afirmam: “o que importa é cada um praticar a religião com sinceridade. Não existe apenas uma verdade sobre Deus”.

Reflicta um pouco: se alguém, mesmo com muita sinceridade, lhe der um medicamento errado, você vai ficar bom?

I – ALGUNS FACTOS SOBRE DOUTRINA

  1. A Bíblia é dada para doutrinar (ensinar) (2 Tm 3.16-17);
  2. Temos que continuar na doutrina dos apóstolos (At 2.42);
  3. Os pregadores devem se dedicar à doutrina (1 Tm 4.13);
  4. Nenhuma doutrina falsa deve ser permitida (1 Tm 1.3);
  5. Nossa doutrina deve ser incorrupta (Tt 2.10);
  6. Temos que nos desviar/ separar da falsa doutrina (Rm 16.17).

II – PORQUÊ ESTUDAR SOBRE O PERIGO DAS FALSA DOUTRINAS

  1. Jesus alertou acerca de falsos ensinadores (Mt 7.15-17);
  2. Paulo alertou acerca de falsos ensinadores (At 20.29-30; 2 Tm 3.13; 2 Tm 4.3-4);
  3. Pedro alertou acerca de falsos ensinadores e disse que muitos os seguiriam (2 Pd 2.1-2);
  4. João alertou acerca de falsos ensinadores (1 Jo 2.18-20);
  5. Judas alertou acerca de falsos ensinadores (Jd 3-4).

III – ALGUMAS DOUTRINAS FALSAS COM QUE A IGREJA SE DEPARA

III.1 – O ensinamento falso que salvação é por graça mais obras

A Bíblia responde:

  1. A Bíblia diz que salvação é pela graça sem obras e que as obras seguem após a salvação (Rm 4.1-6; Ef. 2.8-10; Tt 3.4-8).
  2. A Bíblia diz que graça e obras não podem ser misturadas (Rm 11.6).
  3. Graça significa um dom gratuito. Salvação é chamada um dom 16 vezes no Novo Testamento. Se salvação requer algum tipo de obras, então não é verdadeiramente um dom (a palavra dom vem do Latimdonu e significa presente, dádiva). O dom de Deus é gratuito para o pecador porque Jesus Cristo adquiriu-o com grande preço através de Seu sangue e morte na cruz.

III.2 - O ensinamento falso que os bebés devem ser baptizados

A Bíblia Responde:

  1. O baptismo é somente para quem crê (Mc 16.15; At 8.36-38). Quando uma criança é crescida o suficiente para crer em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, então pode ser baptizada. Mas um bebé não pode fazer isto.
  2. Nenhum bebé foi baptizado no Novo Testamento. Alguns dizem que devia haver bebés em casa de Cornélio pois seus criados e amigos estavam presentes (At 10.24, 47). Pelo contrário, At 11.17 diz que aqueles que foram salvos e baptizados com Cornélio foram aqueles que acreditaram no Senhor Jesus Cristo. Obviamente estes não eram bebés.
  3. Consoante cada denominação, bebés poderão apenas ser apresentados/dedicados a Deus, conforme se fez com Jesus (Lc 2.27-33).

III.3 – O falso ensino sobre necessidade de comprar/usar coisas ungidas

Não se pode dizer que em algum momento Deus não pode usar alguma coisa, um objeto, etc. Mas não se deve dogmatizar e nem começar a se vender objectos ungidos como meios para o milagre. Porquê?

  1. Não existem bases neotestamentárias para a venda de objectos supostamente santos.
  2. A igreja primitiva não vendia coisas.
  3. Pedro também não vendeu e nem mandou distribuir e muito menos, temos indícios disso nas igrejas que os apóstolos dirigiam.
  4. Paulo não vendeu, não levou objectos ungidos nas suas viagens e nem mandava objectos junto com as suas cartas.
  5. João não vendeu e nem distribuía coisas às igrejas.
  6. Tiago não vendeu e nem distribuía coisas.
  7. Nos evangelhos, em Actos, nas epístolas e nem em Apocalipse temos textos que podem apoiar a distribuição e a venda de coisas ungidas.
  8. Às 7 igrejas da Ásia Menor não foram enviados objectos, mas cartas.
  9. A venda de objectos fere o princípio que diz: de graça recebestes, de graça daí. Mateus 10:8
  10. A bíblia diz que a fé vem pelo ouvir, não através de coisas. Romanos 10: 17
  11. A prática da venda de coisas supostamente sagradas nunca foi aprovada na história da igreja como algo bíblico; a igreja corrompida a praticou e os remanescentes condenaram.
  12. A reforma levantou-se contra objectos supostamente sagrados.
  13. Muitos servos de Deus que antes estavam nesta prática hoje em dia se arrependem e ensinam contra.
  14. Trazer coisas de Israel e dizer que tem algum poder ou que são especiais é absurdo e equivocado. João 4: 21-24
  15. Trazer coisas da Nigéria, Zimbábue, África do Sul e dizer que são especiais, é muita ignorância.
  16. Não se faz doutrina em um único texto.
  17. Não se faz doutrina em um texto mal interpretado.
  18. Não se transforma uma inspiração ou orientação circunstancial e particular em uma doutrina.
  1. 20- Deus não revela aglo contra os seus princípios, a sua Palavra e a sua natureza.
  2. O facto de um profeta na bíblia usar o sal não significa que deve tornar-se uma prática das igrejas, pois não existe recomendação para tal. E nem o mesmo profeta tornou essa prática um costume.
  3. O facto de Jesus usar uma vez a sua saliva ou lodo para curar não torna isso uma prática para a igreja. Nem ele mesmo tornou isto um hábito!
  4. Mesmo que as pessoas são curadas ou libertas, isto não justifica o uso ou a venda desses elementos.
  5. Jesus curava multidões, mas não vendia e nem distribuía coisas para curar ou libertar. Pelo contrário, ainda dizia “não contem a niguém!!
  6. As pessoas foram curadas com lenços e aventais, mas não se tornou um sistema e nem se vendeu. Ele não recomendou essa prática em outras igrejas.


Conclusão

As falsas doutrinas são como morte na panela. O veneno mata mais do que a fome. As igrejas que aderem às falsas doutrinas ou toleram as heresias para agradar as pessoas cometem um grave engano. Ainda que uma multidão aplauda o erro, ele não se torna verdade por isso. Ainda que o erro doutrinário seja popular, não edifica. Ainda que logre êxito aos olhos dos homens, não é aprovado pelo céu. As falsas doutrinas enfraquecem, adoecem e matam.

 

Bibliografia

Bíblia Sagrada - versão digital, 6.7

Reflexões de João Simplício

The Word® - Software de estudo e exegese bíblico - 2003-2015 - Costas Stergiou©

PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia

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Erycson Dilangue Dos Santos Tomás é Evangelista, Licenciando em Direito pelo ISPEKA e Bacharel em Teologia pela FATEMI, de Curitiba, Brasil. É Pregador, palestrante, articulista, ensinador das Escrituras e comentarista de rádio. Leccionando também nos cursos básicos e intermédio de Teologia, as disciplinas de Teologia do Ministério, Hermenêutica, Heresiologia, Epístolas Pastorais, Provérbios, Evangelismo, Discipulado, Missiologia, Língua Portuguesa Lidera o Centro Boas Novas, no bairro Zona Verde 3, Benfica, em Luanda, afecto à Assembleia de Deus Pentecostal, Ministério Kilamba Kiaxi.

Casado com a Diaconisa Manuela Tomás é pai de três filhas: Emília de Cássia, Orquídea Eli e Íris Armanda.

Muitas mulheres cristãs que foram “esquecidas”, mesmo sendo muito influentes no primeiro e no segundo século. Especialmente, por que naquele período o cristianismo eram em certos aspectos mais progressista em relação às mulheres do que hoje.

A reflexão sobre papel das mulheres no desenvolvimento e expansão da Igreja desde os primórdios da Igreja; leva-nos a uma análise que deve começar desde as primeiras comunidades cristãs.

Nos nossos dias, ainda é preciso ampliar mais os espaços para uma presença feminina mais incisiva na Igreja. Porque ‘o génio feminino é necessário em todas as expressões da vida social; por isso deve ser garantida a presença das mulheres também no âmbito de vários lugares onde se tomam as decisões importantes, tanto na Igreja como nas estruturas sociais.

A reflexão, apresenta o quanto foi importante o papel desempenhado pelas mulheres que assumiram para si uma função entendida como discipulado entre iguais, isto é, o homem e mulher como promotoras da mensagem libertadora originário do evangelho.

Assim, buscou-se entender tais pressupostos dentro da leitura de género, alicerçando uma compreensão a partir do seguimento de Jesus de Nazaré, que não fez acepção de pessoas, nem de classes, religião, cultura e muito menos, de sexo. Pode- se notar que a própria comunidade cristã primitiva acolhia a figura de algumas mulheres que assumiram um papel de igualdade, movidas pela conversão à Palavra de Deus anunciada por Jesus Cristo e que, muito contribuíram para que o cristianismo nascente pudesse ser vivido, assumido e anunciado entre os judeus e pagãos daquela época.

O objectivo dessa análise é de apresentar uma leitura da situação das mulheres a partir do mundo judaico nos primórdios do cristianismo, ou seja, algumas poucas décadas após a ressurreição de Jesus Cristo, tendo como ponto de partida a actuação das mesmas com vistas à expansão do movimento de Jesus, aos tempos actuais.

Trata-se de uma leitura feita dentro de um novo paradigma: a questão de género, isto é, uma interpretação realizada a partir de uma hermenêutica que tem como objectivo uma análise com enfoque crítico e libertador no que concerne ao papel protagonizado por algumas mulheres. Elas, numa sociedade em que eram totalmente excluídas, puderam actuar nas comunidades cristãs em igualdade com homens, dentre eles a figura proeminente de Paulo de Tarso, entre outros.

Assim, procurar-se-á́ realizar uma leitura do texto dos Actos dos Apóstolos a partir da questão de género, em busca de ler nas entrelinhas, nas poucas e breves referencias, algumas mulheres que, não obstante suas condições culturais, sociais e religiosas, possibilitaram, com suas acções decisivas, colaborar para a expansão do cristianismo nascente.

O PAPEL DAS MULHERES NAS PRIMEIRAS COMUNIDADES CRISTÃS

A actuação das mulheres nas primeiras comunidades cristãs dentro do enfoque compreendido como a questão de género ou leitura de género, com vistas a situar o perfil daquelas que se inseriram no âmbito do anúncio do evangelho nos primórdios do período do cristianismo. Essa participação da mulher poderá ser compreendida dentro de uma actuação mais plena ou como aquela que acolhe em sua casa os líderes cristãos, viabilizando, por conseguinte, o trabalho missionário.

Para compreender a importância da mulher, bem como do papel que esta desempenhou na comunidade cristã primitiva, faz-se necessário contextualizá-la dentro do seu meio cultural, religioso, social e histórico.

Pois a comunidade cristã primitiva não estava fora desse contexto, e é preciso admitir que nem sempre foi fácil distinguir o núcleo da vida cristã da sociedade vigente.

Muitas mulheres cristãs que foram “esquecidas”, mesmo sendo muito influentes no primeiro e no segundo século. Especialmente, por que naquele período o cristianismo eram em certos aspectos mais progressista em relação às mulheres do que hoje.

A verdade é que as mulheres desempenharam um papel fundamental na divulgação da nova fé cristã através de redes familiares e de amizades. A autoridade delas nas comunidades cristãs foi conquistada no desempenho como líderes comunitárias ou pequenas empresárias. Além de passarem os princípios da nova fé aos seus filhos.

Uma das únicas mulheres mencionadas no livro de Actos é Lídia, a vendedora de púrpura. Ela foi uma das primeiras pessoas a patrocinarem o ministério de Paulo.

Também lembrada pela tradição cristã é Perpétua, que viveu em Cartago no final do segundo século. Seu testemunho de fé ficou famoso na época em que era grande a perseguição. Ela se recusou a negar a sua fé, indo contra a vontade de seu pai e acabou sendo martirizada. Seu diário, escrito enquanto aguardava a execução na prisão, seria considerado um documento radical demais para o mundo de hoje.

Isso demonstra o comprometimento dela e provaria, ao contrário das opiniões da maioria dos teólogos, o papel da mulher no início do cristianismo

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Conceição Junero João (Malunda Kaianda) é professora, directora do Departamento Teológico, Missões e facilitadora do curso pré-nupcial na Assembleia de Deus Pentecostal do Maculusso, em Luanda. Membro da OPSA: Ordem dos Psicólogos de Angola, do CICA: Conselho de Igrejas Cristãs de Angola, do Projecto Ana da Rádio Transmundial- Angola, da OMUC: Organização das Mulheres Cristãs de Angola. Licenciada em Teológia pelo Instituto Bíblico de Pindamonhangaba em São Paulo Brasil, e Psicologia Clinica pela Universidade Privada de Angola

Todos nós vivemos, ou seja, crescemos a ouvir que o homem tem essas ou aquelas responsabilidades e que a mulher tem essa ou aquelas responsabilidades. Então, o que deve ser essas tais responsabilidades, direitos ou deveres que cada um tem dentro do relacionamento? Até que ponto essas atribuições têm influências positivas ou negativas no relacionamento?

Como é formado os modelos mentais de cada um dos parceiros. Será que o que serve para um é exactamente o que serve para o outro?

Sabemos que quando existe uma união, seja ela, de amizade, amorosa, entre outras, cada indivíduo trás consigo os seus ideais que foram adquiridos ao longo da sua vida por intermédio dos seus pais ou pessoas na qual tiveram certa convivência.

Dentro de tudo que se observa, criamos os nossos modelos mentais, que são os conceitos que ficam enraizados no nosso inconsciente e ditam o nosso comportamento.

Existem conceitos ou ideias estruturadas em nossas mentes que ditam o nosso comportamento como: todo homem é igual/ toda mulher é a mesma coisa. Dentro destes pensamentos colectivos acreditamos que todos devem viver da mesma maneira ou supostamente viver de acordo a padrões estabelecidos sem alguma interrogação individual.

Agora, será que todo conceito trás consigo comportamentos aceitais? Onde surgem as divergências no relacionamento?

Quando um dos parceiros tenta impor ao outro seus costumes e hábitos sem dar oportunidade ao conjugue de expor seus sentimentos, crenças e habilidades.

Todo o comportamento dentro de um relacionamento deve ser pautado no direito de ambos se sentirem realizados emocionalmente.

Desta forma, tanto o homem como a mulher devem primar para um comportamento baseado em atitudes positivas.

Quando Deus criou o homem, viu que ele não podia viver sozinho e fez para ele uma companheira.

Então, Adão ao ver a mulher maravilhou-se e disse “ossos dos meus ossos e carne da minha carne”. Gênesis 2:23

Uma compreensão de que Adão e Eva se formaram para ser uma única carne com uma partilha única e aceitação.

Como deve ser o olhar do homem em relação à mulher?

  • Primeiro de que a mulher também é criatura de Deus;
  • Que Deus fez a mulher para que o homem não vivesse sozinho;
  • Que Deus fez a mulher para ser companheira do homem;
  • Que Deus fez a mulher com o objectivo de trazer alegria e felicidade ao homem.

Partindo deste pressuposto, entendemos que Deus fez homem e mulher para que vivesses em harmonia. Mas, essa harmonia só é possível se os comportamentos se ajustarem. Sabemos que cada um de nós cresceu em famílias com hábitos e atitudes diferentes.

Todavia, o que se deve ter em conta é que ninguém gosta de viver em um lugar onde não exista sossego, alegria e paz e que seus desejos e sentimentos não sejam respeitados.

Podemos assim definir o que é comportamento?

É a forma de proceder que as pessoas têm diante dos diversos estímulos que recebem e em relação ao ambiente na qual se desenvolvem.

Toda a informação recebida gera um comportamento.

Por isso, a que tomar atenção quando dizemos que todo o homem e igual ou toda a mulher é a mesma coisa ou ainda evitar conceitos generalizados que produzem comportamentos negativos, tais como: violência doméstica, abuso sexual, por parte de algumas pessoas que não atribuem a mulher o valor que dado por Deus.

Quando crianças escutamos os nossos pais a atribuírem tarefas diferentes as meninas e aos rapazes. Vivemos acreditando que o lugar da mulher é aqui e do homem é ali. Nada contra as regras básicas de convivência, porém, a vida em algumas situações nos oferece outra realidade. Homens e mulheres devem viver lado a lado e permitirem a estabilidade da família e da sociedade.

Padrões de vida não podem ser quebrados, mas podem ser ajustados em conformidade com a realidade que se vive.

Logo, o comportamento de cada um dos cônjuges deve estar ajustado a realidade que os mesmos vivem ou em função aquilo que serão os ideias do relacionamento.

Indivíduo – Mente – Comportamento – Resultados

Dentro de um relacionamento é obrigação dos parceiros procurarem a estabilidade da família, mesmo que existam tarefas atribuídas. Importa dizer que tudo que fizer pela sua família deve primeiro fazer por si. Tomar atenção que o lar é dos dois e que o que cada um fizer não estará a fazer somente para o parceiro, mas deve primeiro sentir-se útil no que faz e encontrar prazer em fazer. O acto deve ser voluntário, de coração e com amor. Para que isso aconteça, é necessário que os comportamentos estejam ajustados, por isso, listamos alguns comportamentos que lhe ajudarão em seu relacionamento:

  • Seja trabalhador

Procure sempre estar atento ao seu parceiro. Mostre disponibilidade para o ajudar em suas tarefas. Seja organizado com seu trabalho.

  • Seja amoroso

O amor é fundamental para todo o tipo de relacionamento. É afirmação do nosso sentimento em relação ao parceiro. Quem ama é generoso, é zeloso, e protege sua família.

  • Seja honesto e justo

Honestidade começa quando as pessoas são sinceras com elas mesmas em seus sentimentos. Não simular comportamentos é fundamental para que o parceiro consiga compreender o que realmente se passa. Não defraude o seu cônjuge. Não permita que mentiras entrem para o seu lar. Se passar pela sua mente que deve mentir ao seu parceiro por algum motivo ou por ter feito alguma coisa, o melhor é optar pelo diálogo.

  • Busque a santidade

Um bom comportamento é associado a uma vida de reflexão e santidade. Como nos afirma a bíblia: “Sede santos, porque eu sou santo”.1 Pedro 1:16.

O respeito, o amor, o saber falar com o parceiro, o ensinar, o orar juntos e dedicar tempos juntos para a educação dos filhos é importante.

Devemos em nosso tempo com Deus abrir espaço para pedir que nos ensine a cuidar da nossa família, cuidar da nossa linguagem e comportamento.

  • Seja um homem/mulher de oração

Saber colocar os assuntos nas mãos de Deus, ajuda a termos equilíbrio em nossas vidas. A oração molda o nosso interior. O casal que ora junto tem mais probabilidade de vencer as situações adversas da vida. Criar uma vida espiritual a dois faz com que o casal seja mais forte espiritualmente e compreende que antes de qualquer tomada de decisão, devem primeiro orar para que Deus oriente.

O segredo para ter um lar feliz está muito relacionado com a forma como olhamos para o nosso parceiro. É importante perceber que homens e mulheres foram criados para viverem em harmonia. Por isso, ame sua esposa, tenha pensamentos de paz, olhe para ela como o grande amor de sua vida, tenha a certeza que será correspondido à mesma medida.

“Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel”. 1 Timóteo 5:8

Membros do Gabinete de Acompanhamento de Centros e Congregações (GACC) estiveram na manha de hoje (14/4) no Centro Cenáculo El-Betel, em cumprimento de sua agenda anual. 

Eram cerca de 10h30min quando a comitiva chefiada pelo pastor Manuel Vieira (pelo departamento de missões) chegou ao Centro Cenáculo El Betel. A comitiva composta pelo Pastor José Alves (Secretario), Pastor Eliseu D'Alva Teixeira (área jurídica) Evangelista Paulo Augusto (departamentos de Jovens), Evangelista Isacel Loumingou (departamento de finanças) e Evangelista Filipe Campos (Departamento de informação e media). 

A delegação que já era aguardada recebeu as calorosas boas-vindas da parte do líder do Centro pastor Cabral de Sousa que manifestou a sua satisfação pala visita do Gabinete de Acompanhamento. 

A delegação teve o ensejo de participar de um culto bastante abençoado onde a manifestação do poder do Deus invisível foi visível e sentidos na vida dos presentes. 

Em visita particular a cidade de Luanda, o Reverendo Daniel António presbítero provincial do Huambo e pastor presidente do ministério Maranata naquela Cidade foi a agradável surpresa humana presente no local acompanhado de sua digníssima esposa. 

Após o final do culto o Gabinete reuniu-se com pastor Cabral de Sousa e os obreiros do referido Centro para informar-se dos principais problemas que afectam aquele Centro. Do diálogo ameno e aberto foram recolhidas as preocupações emergentes e as urgentes bem com sugestões para o melhoramento da obra do Senhor neste ministério. O Pastor Manuel Vieira,justificou também a ausência do Director e do vice-director do GACC, nomeadamente Reverendo Enoque Gomes e Pastor João Arlindo da Silva. 

O Centro El Betel, está localizado no distrito urbano do Sambizanga, arredores da antiga Casa Branca e é liderado pelo pastor Cabral de Sousa.

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