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Todo a nossa vida é um processo na qual ganhamos experiências ao longo do tempo e com as mesmas vem a maturidade.

Quando vamos crescendo, algumas coisas se perdem pelo caminho e ganhamos outras por questão da necessidade e da adaptação com a nova realidade que a vida nos propõe. Na vida conjugal não é diferente, quando nos juntamos com um ser totalmente diferente de nós, pois sabemos que cada um tem a sua crença, seus valores e tudo que constitui sua personalidade e sua mentalidade. Dentro deste parâmetro de diferenças e de ser diferente a que se manter o equilíbrio no lar a este nos chamamos de maturidade no relacionamento.

Podemos definir maturidade como a capacidade de analisar, ceder, ter consciência do que quer, saber compreender e agir no momento certo.

Ninguém atingi a maturidade de um dia para o outro. Ela é um processo de acertos e erros. Como vem a maturidade? Ela é uma experiência de vida e com a vida. Começa quando o homem consegue tomar noção que seus actos devem ser analisados e que existem escolhas na vida que devem ser repensadas, quando compreende o estado emocional dos outros e as suas próprias emoções.

A maturidade também está relacionada com o equilíbrio emocional, como lidar com os sentimentos, o que é realmente importante, saber o que falar e quando falar.

Deveria dizer que não se podia entrar para um casamento sem maturidade. Mas nem sempre quando entramos para um relacionamento, entramos já com a devida maturidade. Penso que entramos para viver o tal amor, a tal paixão, sem ao menos pensar ou analisar que a vida a dois é muito mais do que amor, paixão ou sexo. É companheirismo, diálogo, aceitação, renúncia, confissão, ajuda e trabalho. Todo este pacote deve estar associado a maturidade que se deveria ter antes do casamento. Saber que vamos encontrar muitas situações adversas, que não são para a separação do casal, mas sim, para que a relação se fortaleça mais e mais.

Dentro do relacionamento é necessário que ambos os parceiros saibam administrar as próprias emoções, isso é, manter o equilíbrio emocional, controlar seus impulsos.

Como é desempenhada a maturidade dentro do relacionamento.

Descrevemos para si sete pontos importantes para um relacionamento saudável.

Todo o relacionamento passa por momentos difíceis, os chamados altos e baixo. Brigas surgem, desentendimentos, o que pode afetar os sentimentos. Para que possamos vencer está fase é necessário:

  • Equilíbrio emocional

É a capacidade de lidar com os sentimentos, ou seja, com o que se está a sentir no momento, sem perder a razão. É manter-se calmo, controlar as próprias emoções e entender as emoções do parceiro. Ter a capacidade de buscar o motivo que levou seu companheiro a agir de tal modo.

A bíblia nos fala que uns dos frutos do Espírito Santo, o domínio próprio, Gálatas 5: 22. Acreditamos que é a capacidade de o cristão controlar suas emoções face as situações da vida, para que tenha uma vida equilibrada dentro da graça. Quando conseguimos controlar as nossas emoções nos tornamos mais lúcidos para as tomadas de decisões.

  • Empatia

Nada melhor do que se colocar no lugar do próximo e tentar viver o que ele está a viver, para deduzir que sentimento podemos sentir se o mesmo acontecer connosco. Para que o casamento atinga o seu clímax no que concerne à maturidade, ambos os cônjuges devem sempre se colocar no lugar do outro. Não faça ao outro aquilo que não gosta que te façam.

Compreender o sentimento, o choro ou mesmo um olhar de insatisfação é importante e faz toda a diferença na relação.

  • Sinceridade

Quando supostamente temos a maturidade, ou somos maduros, temos consciência que todas as palavras têm consequências, e que um ato de mentira pode colocar seu relacionamento em risco. Ser sincero com os seus sentimentos e com o do parceiro, ajuda a manter a confiança de um para com outro. Exprimir os sentimentos não é falar o que se quer e como se quer, mas falar o que se deve e da melhor maneira possível.

  • Ser responsável

A responsabilidade no lar deve ser dividida entre ambos, para que a relação seja mais saudável. Não é colocar tudo nas mãos do outro e dizer é tua responsabilidade. Também não é fazer as coisas de qualquer maneira, só porque tem alguém que parece ser mais atento e organizado do que você. Seja organizado, prestativo e cumpra com as suas tarefas dentro do lar, não como forma de obrigação, mas sim como dever para a vossa harmonia e felicidade.

  • Assumir seus erros

Ninguém está ausente de falhas ou erros. Por isso, se conseguir evitar o erro melhor, caso não, saiba reconhecer e pedir perdão. Procure corrigir e buscar pela mudança e estabilidade do relacionamento.

  • Controlar as finanças

Uns dos factores que provoca alguma instabilidade entre os casais está relacionado com as finanças. A maneira como lidas com o dinheiro faz toda a diferença. O casal deve saber no que aplicar, como aplicar e também fazer uma poupança.

  • Cuidar do pensamento

A forma como pensamentos em relação ao nosso parceiro define a maneira como será o nosso comportamento perante ele. Todavia, tenha pensamento de paz, cuide da imagem do seu cônjuge que está dentro de si. Não permita que influencias externas tomem conta da sua mente ao ponto de começar a buscar o que não existe.

Tomamos atenção que é função dos dois fazerem alguma coisa para o vosso lar, lembre-se que brigas não são motivos de separação, mas sim que alguns pontos não estão ajustados e que devem ser analisados. Expressar sempre o que incomoda, porém, saber fazê-lo de forma adequada vai definir como o problema será terminado. Maturidade no relacionamento não é se negar em favor do outro e sim viver em favor da relação. Os cônjuges devem se conhecer, ter momentos à sós e manter uma conversa com um tom de voz adequado.

Quica Ferrão____
licenciada em Língua Portuguesa e Comunicação, Membro da Assembleia de Deus Pentecostal Ministério do Maculusso, professora da Escola Bíblica Dominical

“Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs subtilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.” (Colossenses 2:8)

 

É comum ouvirmos ideias erradas sobre a Bíblia e Deus. Infelizmente, muitos crentes sinceros são enganados e, por ingenuidade, não conseguem perceber seu erro. Há pessoas que dizem que não existem pensamentos errados sobre Deus. Essas pessoas também afirmam: “o que importa é cada um praticar a religião com sinceridade. Não existe apenas uma verdade sobre Deus”.

Reflicta um pouco: se alguém, mesmo com muita sinceridade, lhe der um medicamento errado, você vai ficar bom?

I – ALGUNS FACTOS SOBRE DOUTRINA

  1. A Bíblia é dada para doutrinar (ensinar) (2 Tm 3.16-17);
  2. Temos que continuar na doutrina dos apóstolos (At 2.42);
  3. Os pregadores devem se dedicar à doutrina (1 Tm 4.13);
  4. Nenhuma doutrina falsa deve ser permitida (1 Tm 1.3);
  5. Nossa doutrina deve ser incorrupta (Tt 2.10);
  6. Temos que nos desviar/ separar da falsa doutrina (Rm 16.17).

II – PORQUÊ ESTUDAR SOBRE O PERIGO DAS FALSA DOUTRINAS

  1. Jesus alertou acerca de falsos ensinadores (Mt 7.15-17);
  2. Paulo alertou acerca de falsos ensinadores (At 20.29-30; 2 Tm 3.13; 2 Tm 4.3-4);
  3. Pedro alertou acerca de falsos ensinadores e disse que muitos os seguiriam (2 Pd 2.1-2);
  4. João alertou acerca de falsos ensinadores (1 Jo 2.18-20);
  5. Judas alertou acerca de falsos ensinadores (Jd 3-4).

III – ALGUMAS DOUTRINAS FALSAS COM QUE A IGREJA SE DEPARA

III.1 – O ensinamento falso que salvação é por graça mais obras

A Bíblia responde:

  1. A Bíblia diz que salvação é pela graça sem obras e que as obras seguem após a salvação (Rm 4.1-6; Ef. 2.8-10; Tt 3.4-8).
  2. A Bíblia diz que graça e obras não podem ser misturadas (Rm 11.6).
  3. Graça significa um dom gratuito. Salvação é chamada um dom 16 vezes no Novo Testamento. Se salvação requer algum tipo de obras, então não é verdadeiramente um dom (a palavra dom vem do Latimdonu e significa presente, dádiva). O dom de Deus é gratuito para o pecador porque Jesus Cristo adquiriu-o com grande preço através de Seu sangue e morte na cruz.

III.2 - O ensinamento falso que os bebés devem ser baptizados

A Bíblia Responde:

  1. O baptismo é somente para quem crê (Mc 16.15; At 8.36-38). Quando uma criança é crescida o suficiente para crer em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, então pode ser baptizada. Mas um bebé não pode fazer isto.
  2. Nenhum bebé foi baptizado no Novo Testamento. Alguns dizem que devia haver bebés em casa de Cornélio pois seus criados e amigos estavam presentes (At 10.24, 47). Pelo contrário, At 11.17 diz que aqueles que foram salvos e baptizados com Cornélio foram aqueles que acreditaram no Senhor Jesus Cristo. Obviamente estes não eram bebés.
  3. Consoante cada denominação, bebés poderão apenas ser apresentados/dedicados a Deus, conforme se fez com Jesus (Lc 2.27-33).

III.3 – O falso ensino sobre necessidade de comprar/usar coisas ungidas

Não se pode dizer que em algum momento Deus não pode usar alguma coisa, um objeto, etc. Mas não se deve dogmatizar e nem começar a se vender objectos ungidos como meios para o milagre. Porquê?

  1. Não existem bases neotestamentárias para a venda de objectos supostamente santos.
  2. A igreja primitiva não vendia coisas.
  3. Pedro também não vendeu e nem mandou distribuir e muito menos, temos indícios disso nas igrejas que os apóstolos dirigiam.
  4. Paulo não vendeu, não levou objectos ungidos nas suas viagens e nem mandava objectos junto com as suas cartas.
  5. João não vendeu e nem distribuía coisas às igrejas.
  6. Tiago não vendeu e nem distribuía coisas.
  7. Nos evangelhos, em Actos, nas epístolas e nem em Apocalipse temos textos que podem apoiar a distribuição e a venda de coisas ungidas.
  8. Às 7 igrejas da Ásia Menor não foram enviados objectos, mas cartas.
  9. A venda de objectos fere o princípio que diz: de graça recebestes, de graça daí. Mateus 10:8
  10. A bíblia diz que a fé vem pelo ouvir, não através de coisas. Romanos 10: 17
  11. A prática da venda de coisas supostamente sagradas nunca foi aprovada na história da igreja como algo bíblico; a igreja corrompida a praticou e os remanescentes condenaram.
  12. A reforma levantou-se contra objectos supostamente sagrados.
  13. Muitos servos de Deus que antes estavam nesta prática hoje em dia se arrependem e ensinam contra.
  14. Trazer coisas de Israel e dizer que tem algum poder ou que são especiais é absurdo e equivocado. João 4: 21-24
  15. Trazer coisas da Nigéria, Zimbábue, África do Sul e dizer que são especiais, é muita ignorância.
  16. Não se faz doutrina em um único texto.
  17. Não se faz doutrina em um texto mal interpretado.
  18. Não se transforma uma inspiração ou orientação circunstancial e particular em uma doutrina.
  1. 20- Deus não revela aglo contra os seus princípios, a sua Palavra e a sua natureza.
  2. O facto de um profeta na bíblia usar o sal não significa que deve tornar-se uma prática das igrejas, pois não existe recomendação para tal. E nem o mesmo profeta tornou essa prática um costume.
  3. O facto de Jesus usar uma vez a sua saliva ou lodo para curar não torna isso uma prática para a igreja. Nem ele mesmo tornou isto um hábito!
  4. Mesmo que as pessoas são curadas ou libertas, isto não justifica o uso ou a venda desses elementos.
  5. Jesus curava multidões, mas não vendia e nem distribuía coisas para curar ou libertar. Pelo contrário, ainda dizia “não contem a niguém!!
  6. As pessoas foram curadas com lenços e aventais, mas não se tornou um sistema e nem se vendeu. Ele não recomendou essa prática em outras igrejas.


Conclusão

As falsas doutrinas são como morte na panela. O veneno mata mais do que a fome. As igrejas que aderem às falsas doutrinas ou toleram as heresias para agradar as pessoas cometem um grave engano. Ainda que uma multidão aplauda o erro, ele não se torna verdade por isso. Ainda que o erro doutrinário seja popular, não edifica. Ainda que logre êxito aos olhos dos homens, não é aprovado pelo céu. As falsas doutrinas enfraquecem, adoecem e matam.

 

Bibliografia

Bíblia Sagrada - versão digital, 6.7

Reflexões de João Simplício

The Word® - Software de estudo e exegese bíblico - 2003-2015 - Costas Stergiou©

PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia

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Erycson Dilangue Dos Santos Tomás é Evangelista, Licenciando em Direito pelo ISPEKA e Bacharel em Teologia pela FATEMI, de Curitiba, Brasil. É Pregador, palestrante, articulista, ensinador das Escrituras e comentarista de rádio. Leccionando também nos cursos básicos e intermédio de Teologia, as disciplinas de Teologia do Ministério, Hermenêutica, Heresiologia, Epístolas Pastorais, Provérbios, Evangelismo, Discipulado, Missiologia, Língua Portuguesa Lidera o Centro Boas Novas, no bairro Zona Verde 3, Benfica, em Luanda, afecto à Assembleia de Deus Pentecostal, Ministério Kilamba Kiaxi.

Casado com a Diaconisa Manuela Tomás é pai de três filhas: Emília de Cássia, Orquídea Eli e Íris Armanda.

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