Jean Jacques virou pastor
Data: 26/12/2014 - Fonte: Nova Gazeta/ Angonoticias
Considerado o melhor basquetebolista angolano de todos os tempos, Jean Jacques dedica-se agora a pregar a bíblia. Pendurou as botas e usa as mãos para ‘salvar almas’. Percorre várias igrejas e só lamenta que o “chamamento de Deus tenha sido tardio”.

É mais conhecido no mundo do basquetebolb como jogador, e foi ainda vice-presidente da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), mas hoje exibe outros dotes em vários centros religiosos. É pastor da igreja da Assembleia de Deus Pentecostal. Foi no Cassenda, em Luanda, que o NG encontrou Jean Jacques a pregar a palavra de Deus.

Com 2, 03cm de altura e com a Bíblia nas mãos, o antigo basquetebolista impõe a presença, fala ao microfone, estica os longos braços, coloca as mãos na cabeça dos crentes que, em êxtase, se sentem curados de “espíritos malignos”. Pelo meio, explica que o “rei David derrubou o gigante Golias com uma pedra”. Os crentes lotaram o pequeno centro situado no bairro Cassenda e nem o ar condicionado ligado reduzia o calor. O pastor Jean Jacques incentiva a que se “agradeça todos os dias a Deus e não apenas aos fins-de-semana”.

Jean Jacques garante que, na sua vida de atleta, sempre esteve ligado a Deus e que, após se ter retirado das quadras, resolveu exercer com maior responsabilidade e “sem pressões”. A esposa, diz ele, tem sido uma verdadeira companheira nesta caminhada. “Ninguém pode resistir a Deus”, afirma, acrescentando que foi “escolhido tarde para exercer o ministério de Deus”.

Jean Jacques considera o “papel dos pastores e servos como o de fazer a vontade de Deus” e não gosta que as pessoas frequentem as igrejas, onde prega, só para o ver ou para lhe tirar fotografias. Jean Jacques nem é o único antigo profissional do desporto a abraçar a pregação. O antigo basquetebolista sente-se feliz por existirem mais antigos desportistas, não só em Angola, “a pregar” e a “temer a Deus” e que isso “revela que a palavra de Deus atinge todas as pessoas”. “A minha família toda está ligada a Deus”, jura.

O pastor António Marcos, líder do centro de Manasses, entende que “não é todos os dias que se recebe a visita de pastores ilustres” e está convencido que Jean Jacques é “trabalhador de Deus’” que “traz mais almas perdidas à igreja que se encontravam divorciadas de Deus”. “Ele tem libertado vidas em nome de Jesus de Cristo”, conclui.

Um pastor no ‘hall’ da fama
Considerado como um dos expoentes máximo da modalidade em Angola e em África, o pastor da igreja Assembleia de Deus Pentecostal entrou para o museu da fama na Federação Internacional de Basquetebol, graças aos seus feitos ao longo da carreira como jogador e por ter contribuído para o desenvolvimento da modalidade no continente e no país.

Jean Jacques Nzadi da Conceição, de nacionalidade angolana, nascido a 3 de Abril de 1964 em Kinshasa, República Democrática do Congo, praticou basquetebol entre 1982 e 2003. Iniciou-se no 1.º de Agosto, passando depois pelo Benfica, em Portugal, Unicaja Málaga, em Espanha, Limoges, de França e Portugal Telecom.

Conquistou, pela selecção nacional, sete campeonatos africanos em 1989, 1992, 1993, 1995, 1999, 2001 e 2003. Participou nos campeonatos do mundo de 1986, 1990 e 1994 e nos Jogos Olímpicos de 1992. Em 2011, em Antananarivo, Madagáscar, nas comemorações do 50º aniversário da FIBA África, Jean Jacques foi nomeado o jogador de basquetebol mais valioso do continente. Recentemente, a direcção do 1.º de Agosto baptizou um pavilhão multiuso com o seu nome.

 
Religiões do mundo inteiro vão falar sobre o casamento
Data: 05/11/2014 - Fonte: Jornal de Angola
Representantes de diferentes religiões vão reunir-se este mês no Vaticano para discutir os desafios do casamento e a relação complementar entre homem e mulher.

Segundo fontes do Vaticano, a reunião, nos dias 17 e 19 deste mês, vai envolver 14 líderes de várias tradições religiosas de 23 países.
“A reunião foi convocada para examinar e propor mais uma vez a beleza do relacionamento entre homem e mulher, a fim de apoiar e revitalizar o casamento e a vida familiar para o florescimento da sociedade humana”, refere a nota.
Um mês após a conclusão do Sínodo dos Bispos sobre a família, durante o qual foram abordados temas tabus para a Igreja Católica, como o casamento homossexual, a comunhão para divorciados que voltaram a casar-se e a convivência fora do casamento, a Igreja Católica convocou representantes de outras religiões para ouvir as suas opiniões sobre o casamento. O Papa Francisco faz a abertura do encontro a 17 de Novembro, durante o qual também vão ser projectadas entrevistas com homens e mulheres de todas as culturas e religiões comentando o desafio que é o casamento.
“Esperamos fortalecer a solidariedade mundial a favor do casamento para o bem dos cônjuges e dos seus dependentes”, sustentam os organizadores, incluindo a Congregação para a Doutrina da Fé, liderada pelo cardeal alemão Gerhard Ludwig Müller.
O cardeal, que representa a ala mais conservadora da Igreja, contrária à linha do Papa argentino, propôs há um ano a realização desta reunião.
Além de líderes cristãos vão participar muçulmanos, judeus, hindus, budistas e representantes de outras confissões.

 
Os milionários lucros das igrejas
Data: 21/10/2014 - Fonte: Jornal de Angola
O recente desmoronamento de um gigantesco edifício na cidade nigeriana de Lagos virou os holofotes da imprensa internacional para aquilo que são os milionários lucros que as igrejas pentecostais ostentam naquela que é considerada a maior economia do fluorescente continente africano.
Na realidade, esse edifício mais não era que uma gigantesca sinagoga que albergava fiéis de vários países e proveniências e foi totalmente construído por seguidores dessas igrejas com fundos a elas pertencentes.
Entre os admiradores e habituais frequentadores dessa sinagoga construída no sistema vertical contava-se o antigo e já falecido presidente do Ghana, John Atta Mills, Winnie Mandela, ex-esposa de Nelson Mandela, Julius Malema, um político sul-africano dissidente do ANC e Morgan Tsvangirai, líder da oposição zimbabweana a Robert Mugabe.
Quando a 12 de Setembro último o edifício caiu, entre as centenas de mortos então registados estavam 80 sul-africanos e três zimbabweanos.
As câmaras de segurança de edifícios vizinhos captaram imagens onde se via o prédio a cair como se fosse um simples baralho de cartas, mas isso não impediu que um dos mais famosos líderes religiosos nigerianos e apontado como mentor ideológico e funcional desse local, dissesse que a queda se ficou a dever ao ataque de uma misteriosa aeronave que mais ninguém conseguiu ver.
Mas a polémica não acabou com essa informação pois ainda na semana passada um contabilista britânico e habitual frequentador dessa sinagoga, Nick Holmes, disse que a explosão de uma bomba havia sido o motivo real para a queda do prédio, atribuindo essa acção a um grupo de pessoas, que não identificou, e que estaria descontente com a forma como estavam a ser geridos os lucros provenientes dos fundos e contribuições feitas periodicamente por milhares de fiéis. É aqui, na questão da gestão dos fundos financeiros, que entra novamente em cena o conhecido pastor a que chamam “profeta T.B. Joshua”, um endinheirado homem de negócios que usa um lucrativo canal privado de televisão por cabo para as suas orações que são seguidas em todo o mundo por milhões de pessoas que nele confiam cegamente e, por isso mesmo, pagam religiosamente para lhe terem acesso. De seu nome próprio Temitope Balogun Joshua, este religioso de oratória fina e acutilante, catapultadora de entusiasmos e geradora de gigantescas aglutinações de seguidores, possui o canal “Emmanuel TV” através do qual baixa orientações e não se coíbe de atacar outros pastores que não concordam com a sua forma de pregar a fé e que, também, não se revêem no modo como era gerida a sinagoga onde se registou a tragédia e que ele parecia comandar à distância.
Atraídos pela oratória de “T.B” Joshua ricos homens de negócios da Nigéria eram os principais financiadores da desmoronada sinagoga, onde alguns dos seus frequentadores dizem terem-se registado “bastantes milagres”.
Mas, segundo a revista Forbes, o senhor Joshua é apenas o terceiro pastor mais rico da Nigéria, numa lista que é liderada por David Oyedepo, com uma fortuna arrecadada nas orações e que ronda os 150 milhões de dólares.
Em segundo lugar surge Ayo Oritsejafor, líder da Associação Cristã da Nigéria e apontado como um firme aliado do presidente Goodluck Jonathan, também ele cristão, e que se viu recentemente envolvido num escândalo ao ser indiciado na África do Sul como sendo o remetente de 9.3 milhões de dólares, em dinheiro vivo, para a compra de armas destinadas a um grupo de para militares que funciona como uma espécie de “segunda linha” do exercito governamental e que, por força desse “estatuto”, não beneficia do dinheiro legalmente inscrito no Orçamento destinado às forças armadas.
Independentemente dos méritos e do modo como estes três homens enriqueceram a verdade é que, entre si, eles continuam a manter um relacionamento distante e mesmo marcado por alguma rivalidade trocando, habitualmente, entre si alguns “mimos” menos adequados e que serviram, também, para alimentar alguma disputa entre os respectivos seguidores.
Embora a polícia nigeriana ainda não tenha sido conclusiva em relação as razões que estiveram na origem de desabamento do prédio – e duvida-se que alguma vez se chegue a uma conclusão rigorosa, tendo em conta o que se passou com outros casos – a verdade é que não cessam as acusações mútuas entre as diferentes congregações.
O pastor Joshua, que vive na África do Sul, já anunciou que tenciona visitar em breve a Nigéria para “confortar” os familiares das vítimas e levar-lhes uma “palavra de fé e do consolação espiritual”. Porém essa sua intenção tem sido adiada pelo facto de alguns dos seguidores do pastor Oyedepo o apontarem como sendo um “charlatão” e repetidamente dizerem que ele “não será bem vindo a um local que deixou entregue ao demónio”.
Quem segue o assunto de perto, e nada tem a ver com deuses e demónios, acredita estar-se perante uma acesa disputa pela hegemonia no seio da igreja pentecostal da Nigéria. Sobretudo pela supremacia no uso dos muitos milhões que ela anualmente arrecada dos seus fiéis e que utiliza sem prestar contas a ninguém.
Embora com as cautelas que o assunto aconselha, sobretudo por envolver a morte de centenas de pessoas, há quem veja no desabamento do edifício de Lagos onde funcionava uma grande e importante sinagoga um sinal de que o período doirado do pastor Joshua tenha chegada ao fim, pelo menos na Nigéria.
Não se sabendo se essa análise é consequência de uma qualquer premonição resta-nos esperar para ver como vai terminar essa disputa e qual o papel que está reservado aos fiéis que, não querendo saber de negócios – claros ou escuros – apenas buscam o conforto da palavra do senhor.

 
Uíge: Presidente da OPEA defende unidade dos pastores no país
Data: 19/10/2014 - Fonte: Angop
O reverendo que intervinha na cerimônia de empossamento do conselho provincial da OPEA do Uíge, ressaltou que a unificação da classe tem por objectivo evitar as constantes acusações de serem comerciantes da palavra de Deus, acusadores de crianças da prática de feitiçaria, bem como acobertamento de estrangeiros em situação ilegal.
"A tomada de posse do conselho provincial da OPEA no Uíge, move-nos a convicção de que estamos a defender os interesses da classe e do país face às exigências de um mundo cada vez mais competitivo e em permanente mudança", disse.
Pedro de Boaventura observou que a actual sociedade, centrada no permanente estímulo à formação acadêmica e exigente numa profissão pública de confiança, espera do ministério pastoral um trabalho que concorra para o bem-estar e segurança das pessoas.
O pastor garantiu que a OPEA manterá uma estreita relação com as instituições eclesiásticas existentes na província para, em conjunto, solucionarem os problemas que surgem no seio da classe de Ministros do Evangelho de Cristo.
Na ocasião, deu a conhecer que constituem, entre outras, atribuições da ordem dos pastores, zelar pela função espiritual, social, dignidade e prestígio do ministério pastoral e promover o respeito pelos respectivos princípios deontológicos.
Criar estabelecimentos de ensino académicos, institutos bíblicos nos vários níveis e formação profissional, colaborar na implementação da Lei sobre o exercício de culto e liberdade de consciência, assim como atribuir o título profissional de pastores e regulamentar o exercício da respectiva profissão foram outras atribuições apontadas como metas a atingir pela ordem no país.
Participaram na cerimônia de empossamento dos membros do conselho provincial da OPEA, membros do governo provincial, pastores e cristãos de diversas igrejas locais.
 
Pregadores ambulantes tomam autocarros em Luanda
Data: 17/10/2014 - Fonte: Angonotícia
Manhã de terça-feira, 01 de Outubro, dia normal de trabalho.
O repórter estava dentro de um dos autocarros da empresa SGO que fazia o trajecto Multiperfil-Zamba II, quando, ao meio do percurso, no corredor, um jovem que viajava de pé decidiu saudar em voz alta aquele que chamou de “povo de Deus”.

Contava-se o número de pessoas que responderam à saudação, mas mesmo assim Sousa Quintino, de 20 anos, não se desanimou e deu início àquilo que o levou até ali. Parte dos ocupantes daquela viatura já sabiam o que se passava, já que ouvir um sermão, para além de aguentar o trânsito infernal, tornou-se o outro pão de cada dia. O evangelizador começou o seu discurso com algumas considerações, alegando que o mundo em que vivemos está a chegar ao fim e que a única solução de todos os problemas é ter Cristo como nosso guia. Passados 5 minutos fez a primeira citação bíblica (Romanos 13, 8-10) e os ouvintes pararam de murmurar para prestar atenção ao versículo que fala do amor e do cumprimento da Lei.

Caminhava do local em que fica o cobrador até ao fundo do autocarro e falava sem parar nem baixar o tom de voz. Era impossível não prestar atenção ao que o “profeta” dizia e não levou muito tempo para persuadir a maior parte dos viajantes, uma vez que de 3 em 3 minutos não parava de perguntar “amém irmão?” e muitos respondiam “amém”. Sousa tem memorizados os cerca de 7 versículos de que fez menção durante a viagem de 50 minutos e tinha na sua mochila uma Bíblia, para “em caso de discordância, tenha como me defender”, fez saber ele, que é cristão da Assembleia de Deus Pentecostal e faz aquela prática constante quando vai à escola (17 de Setembro) de autocarro.

Coragem maior que o medo “Sinto-me sempre um pouco intimidado, porque não são todos os dias que a população reage bem a este tipo de prática. Mas nunca fui agredido, apesar de alguns terem feito confusão, acaba sempre bem o meu sermão”, disse ele, que estava atrasado para as aulas, mas mesmo assim desceu na paragem do “Antigo Controlo,” porque não gosta de “sair sem fazer uma oração com todos os que, alega, aceitaram Jesus”.

Sousa Quintino é apenas um dos muitos jovens que decidiram, nos últimos tempos, pregar dentro dos autocarros da urbe. Apesar das dificuldades que têm encontrado, como o desprezo e ameaças por parte de algumas pessoas, pretendem continuar a “alimentar o espírito do povo com a palavra Dele”. O objectivo, obviamente, é levar a mensagem, não só por intermédio da escrita como também por meio da fala, segundo Van-Dúnem George, outro evangelizador, que faz de uma forma diferente daquela que se tem registado nos autocarros. “Uns fazem gritaria, mas eu opto pela simplicidade, converso com 4 ou 5 jovens e em função disto procuro criar um debate com mais pessoas sobre um tema bíblico. No fim, tiro a Bíblia para fazer o ressumo do assunto com base nas palavras do Senhor”, aponta.

Ele acha fundamental ouvir o que os outros pensam, primeiro, antes de começar a evangelizar, só assim consegue enquadrar o assunto em função do que diz a Bíblia. As vezes, o nosso interlocutor tem encontrado pessoas que já andam com Bíblia e fica mais fácil trabalhar.

Critica o facto de muitos daqueles jovens que aparecem a evangelizar nos autocarros falarem meia-verdade, o que para si, e fundamentando se nos conhecimentos bíblicos que tem, é um grande erro. Fora isto é essencial que haja mais pessoas a evangelizar nestes meios de transporte. Felizmente poucos reclamam, sublinhou ele, “tirando aqueles que já estão perdidos”. Assuntos como a morte, o dia de adoração, a vinda de Jesus, o amor ao próximo, a salvação, são perpetuados na vasta lista destes jovens que hoje “tomam conta” dos autocarros luandenses. Livros como Géneses, Êxodo, Mateus, Apocalipse, Isaías, Lucas, João e o livro de Salmos, são frequentemente citados por eles durante o sermão.

Muitos sermoneiam sem abrir a Bíblia, “porque pensam que já têm a maior parte dos versículos gravados” e isto, segundo Van-Dúnem, é também um erro. “Quando se evangeliza, o cristão tem de mostrar que aquilo que fala está na Bíblia, abrindo-a. E, se for possível, dar ao ouvinte para ler”, exorta ele, acrescentando que são falsos profetas aqueles que falam sem ter como base a Lei de Deus. O nosso interlocutor nunca foi impedido de criar debates no autocarro, mas lembra que já o fizeram, uma vez num táxi. O motorista sentiu-se incomodado e exigia a retirada do evangelista, mas depois tudo acabou bem, como nos contou.

Com confusão a mensagem não entra
Embora tenha admitido que já evangelizou em voz alta, Marcelino Gerónimo, Adventista do Sétimo dia, diz que das poucas vezes que fez “foi de um modo não incomodativo”. Muitas vezes a estratégia do seu grupo de evangelização tem sido esta: “se tivermos a andar 5 pessoas, por exemplo, não atacamos em voz alta, separamo-nos e cada um conversa com alguém. Mas se o Espírito Santo nos tocar e disser que devemos anunciar publicamente, não hesitamos em fazer”, confessou.

O outro método de evangelização que o grupo do qual o nosso entrevistado faz parte também tem adoptado é a entrega de folhetos, porque, por um lado, acham que cabe à eles falar e o resto quem faz é Deus. “Por isso não gritamos muito. Os outros evangelistas fazem com que as pessoas decidam na hora a aceitação (que não é correcto) de Deus, por isso é que temos visto muitos a orarem no fim do sermão”.

Ele é apologista de que a oração deve ser feita em silêncio e que não deve haver confusão na transmissão da palavra de Deus, senão esta não será acatada. Muitas vezes o povo está cansado e encontra alguém a gritar feito louco no autocarro. Isso tem feito com que ignorem a Palavra, e “acredito que alguns, dentro de si, têm dito: prega só rápido e vai embora”, disse ele. Marcelino também mostrou-se preocupado com o facto de os membros das outras congregações passarem nos seus sermões apenas a mensagem da prosperidade, “quando deviam também levar a mensagem da verdade espiritual ou da Lei Sagrada – que não existe céus sem Lei”.